arrancar depois de um inverno difícil

Primavera: arrancar depois de um inverno difícil

A entrada na primavera deste ano não acontece em terreno neutro. O inverno deixou marcas profundas em várias regiões agrícolas do país, com episódios de chuva intensa, cheias e solos saturados que condicionaram o trabalho no campo. Mais do que números, o impacto sente-se no terreno, culturas submersas, solos compactados, infraestruturas danificadas e calendários agrícolas atrasados.

Em zonas mais baixas, houve perdas diretas de culturas de outono/inverno. Noutras, apesar da reposição das reservas hídricas, ficou um problema menos visível: a degradação da estrutura do solo e a lixiviação de nutrientes essenciais.

É neste contexto que a primavera começa não como um ponto de partida limpo, mas como uma fase de recuperação.

A reavaliação do solo

Depois de um inverno com precipitação acima da média, a primeira pergunta não é o que semear, mas em que condições está o solo. O excesso de água tende a arrastar nutrientes e a acentuar a acidez, reduzindo a disponibilidade de elementos fundamentais para as culturas. Ao mesmo tempo, a compactação causada pela saturação dificulta o desenvolvimento radicular.

Avaliar o pH e o estado físico do solo deixa de ser uma rotina técnica e passa a ser uma necessidade prática.

Corrigir desequilíbrios para não comprometer a campanha

A acidez do solo, muitas vezes agravada após invernos chuvosos, limita a absorção de nutrientes como fósforo, cálcio e magnésio. São elementos essenciais, sobretudo numa fase em que as plantas entram rapidamente em crescimento. A aplicação de corretivos à base de cálcio continua a ser uma das principais ferramentas para recuperar equilíbrio: melhora a estrutura do solo, estimula a atividade biológica e aumenta a eficiência dos fertilizantes.

Num ano como este, essa intervenção ganha ainda mais relevância, não apenas para otimizar a produção, mas para compensar perdas já ocorridas.

Corretivos agrícolas para recuperar o que o inverno levou

A utilização de corretivos agrícolas à base de cálcio e, em muitos casos, também de magnésio  continua a ser uma das respostas mais eficazes nestas situações. É aqui que entram soluções como as desenvolvidas pela Biocal, com uma gama adaptada a diferentes realidades de solo e culturas.

Produtos como o Biocal Simples, rico em carbonato de cálcio, permitem uma correção eficaz da acidez e contribuem para restabelecer o pH do solo. Já soluções como o Biocal Composto, que combina cálcio e magnésio, respondem a situações em que, além da acidez, existe défice destes nutrientes essenciais. Outras opções, como corretivos granulados ou micronizados, permitem ajustar a estratégia consoante a urgência da intervenção ou o tipo de aplicação .

Adaptar é cada vez mais parte do trabalho

Os últimos anos têm mostrado um padrão cada vez mais evidente: alternância entre seca e precipitação extrema, maior irregularidade e maior risco. Para a agricultura portuguesa, isto traduz-se numa necessidade crescente de adaptação, não apenas ao nível das culturas, mas também na gestão do solo, da água e do risco.

A campanha que agora começa não depende apenas do que se fizer a partir de hoje. Depende, em grande medida, da forma como se responde ao que o inverno deixou para trás. E é no solo que essa recuperação começa, um caminho onde a Biocal se posiciona ao lado dos agricultores, ajudando a repor o equilíbrio e a preparar as próximas colheitas.



Informações / Orçamento

    Newsletter

    Inscreva-se e saiba, em primeira mão, todas as novidades da Biocal.

    Definições de Cookies

    A Biocal utiliza no seu website “Cookies” com a finalidade de melhorar o desempenho e a experiência de navegação das pessoas singulares visitantes do seu website e utilizadores dos serviços/ produtos aqui disponibilizados, aqui e doravante designadas como Titulares dos Dados, aumentando a rapidez e eficiência de resposta de navegação e também eliminando a necessidade dos Titulares dos Dados de introduzir repetidamente as mesmas informações.